O cotidiano simplesmente extraordinário.

No momento eu só sei que quero mais. Quero dançar mais contigo. Um fone no meu ouvido, outro fone no seu, nossos corpos colados num abraço gostoso que não tinha intenção de soltar, o sol passando pela fresta da janela e iluminando nossos rostos, nós, de olhos fechados, balançamos os corpos em um ritmo que podia ou não ser da música que estava tocando, só nos sentindo. Aquilo. Aquela dança, foi e continua sendo um sinal de amor, de carinho, de tudo que desejo para nós: O cotidiano simplesmente extraordinário em nossos corações.

Naquela cena nós éramos um. Uma só coisa que explodia em sentimentos bons e eu me sentia tão plena e feliz, tão dispersa de qualquer coisa que poderia estar acontecendo no mundo real, mergulhada em ti. Quando acabou e voltamos para a realidade, nós sorrimos e vi que tudo aquilo que estava cada vez mais claro e brilhante pra mim também aconteceu para você, nós enxergamos o extraordinário de uma coisa tão simples que ao mesmo tempo é tão linda e, felizmente, continua sendo cotidiana.

É uma coisa que eu quero durante muito tempo da minha vida, durante os momentos certos e cada vez mais e mais e pra sempre.

Fafá ;*

Um texto novo depois de muito tempo… Ou será que não?

Faz um bom tempo que não escrevo. Sinto falta de escrever. Talvez seja medo de verbalizar meus sentimentos, ou, talvez seja a “vida de adulta”, é, agora que tenho 20 anos acho que devo ser realmente adulta.

Aí eu procuro inspiração, nas músicas do Milky Chance, nos meus textos antigos aqui no blog que são bons (alguns até que são muito bons), no Sol e nos seus olhos castanhos esverdeados como folhas no outono.

Tive um professor que disse que um dia todo escritor escreverá sobre sua falta de inspiração sobre o que escrever. Talvez essa seja a minha vez. Será que isso faz de mim uma escritora?

Pensei em falar de amor, como a maioria dos textos deste blog, mas senti que não era sobre isso que eu precisava escrever.

Pensei em, inspirada no dia de ontem, falar sobre agradecer as coisas boas que temos que nossas vidas, mas acho que em alguns momentos também já falei sobre isso.

Pensei em fazer uma crítica de filme, só pra escrever sobre algo, mas já esqueci o que achei do filme e outras pessoas já falaram o que eu queria falar. ( O que me faz lembrar que tenho que falar o quanto antes as coisas que quero falar antes de outra pessoa falar por mim).

Pensei em fazer crítica de livro, mas se eu fosse escrever sobre o livro que estou lendo teria que falar de amor, aí não seria mais uma crítica de livro e começaria todo o ciclo da falta de tema novamente.

Será que eu deveria falar sobre amadurecimento? Mas, eu tô amadurecendo? Ou estou só parada no tempo? Ai… Já comecei a falar sobre amadurecimento…

Então, tá decidido! O tema do texto é sobre não ter tema e só ficar divagando e enrolando o leitor fingindo que está escrevendo sobre algo.

Muito obrigada por me acompanhar nesse monte de palavras que faz sentido ao mesmo tempo que não faz. 😀

Fafá :*

 

 

P.s. Não desistam de mim, prometo que em breve virão novos textos com assuntos legais.

P.s.2 Ah vai… Até que esse texto foi legal…